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Copa do Mundo e 3D: Obstáculos para os cinemas?

Copa do Mundo e 3D: Obstáculos para os cinemas?

É o que parece, segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo. A Copa do Mundo e a limitação das salas 3D serão obstáculos para os exibidores em 2010. A concorrência é forte (só a DreamWorks lançará três animações) e o período da Copa será esvaziado.

Quando se tem a seleção brasileira em campo, a festa em frente à TV costuma significar, também, menos ingressos vendidos. "Em junho e julho, não lançaremos nenhum filme", diz o presidente da Warner no Brasil, José Carlos Oliveira. O branco no calendário da Warner começa e termina com a Copa do Mundo, que vai de 11 de junho a 11 de julho.

"Começamos a discutir isso com a matriz há dois anos", diz o executivo. Mas, de olho nas mulheres que dão de ombros para os jogos, a empresa decidiu lançar "Sex and the City 2" na última semana de maio.

Mas os filmes também dão lá os seus dribles. "Em 1994, lançamos 'O Rei Leão' e 'Quatro Casamentos e um Funeral' na Copa, e os dois foram muito bem porque ficaram sozinhos", lembra Rodrigo Saturnino Braga, diretor-geral da Columbia. "Claro que não lançamos um filme de ação nessa época, mas uma comédia romântica pode ser ideal." A companhia colocará em cartaz, em 25 de junho, "Toy Story 3". Mas, desta vez, o filme distribuído pela Disney não correrá sozinho pela tela.

"Shrek para Sempre" estreia em 9 de julho. "Por que não lançar um filme infantil durante a Copa? Criança não vê jogo", aposta Jorge Peregrino, vice-presidente da Paramount. "É o último final de semana. Se o Brasil estiver na final, faço pré-estreias em horários diferentes das partidas", calcula.

Além de futebol, outra pedra no caminho dos grandes estúdios é a limitação do circuito 3D. Estão apontadas 16 estreias no formato. São mais filmes do que meses. E, se no caso dos filmes tradicionais, isso se resolve com a ocupação de várias salas ao mesmo tempo --às custas da expulsão dos independentes do circuito--, no caso do 3D não há solução.

"O potencial do 3D não vai se cumprir porque os filmes terão que sair de cartaz, mesmo que estejam indo bem", diz Kamitsuji, da Fox, que lançou, em 2009, "A Era do Gelo 3" e "Avatar". "Vai começar um congestionamento", antevê Oliveira.

"O risco é haver uma canibalização, ou seja, que o 3D atrapalhe as salas tradicionais. Talvez tenha gente que prefira esperar esvaziar a sala em 3D do que ver em 2D", avalia Peregrino. "Avatar" é um indicativo disso. O 3D responde por 40% da bilheteria do filme.

Confira a reportagem inteira aqui.

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