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Charles Chaplin em desenho animado

Charles Chaplin em desenho animado

Charles Chaplin está de volta. Segundo informações da Veja Online, o criador do personagem Carlitos ganhará vida em desenhos animados graças a uma parceria franco-indiana. O projeto deverá custar 8 milhões de euros (cerca de 20 milhões de reais) e a previsão de estreia é para o primeiro semestre do próximo ano, anunciaram os produtores nesta sexta-feira.

No total, serão produzidos 104 episódios de seis minutos cada, sem nenhum diálogo, que serão baseados em situações presentes em 70 filmes estrelados pelo astro de chapéu afundado na cabeça, bigodinho escovado e bengala na mão. Situações originais também serão produzidas, afirmou Aton Soumache, presidente da francesa Method Animation, uma das envolvidas no projeto.

Tapaas Chakravarti, presidente da DQ Entertainment, produtora indiana também envolvida no projeto, disse que a intenção do novo desenho é "ser melhor que Mr. Bean", o programa cômico da TV britânica que ganhou fama em todo o mundo. "Mr. Bean divertiu a todos por muitos anos. Está muito claro que para divertir as pessoas você não precisa falar todo o tempo e que filmes mudos funcionam. Chaplin fez isso por muito tempo", afirmou.

O sucesso parece já estar em parte garantido. Segundo os produtores, a pré-venda do projeto teve muito êxito e a verba necessária para iniciar a produção já está quase toda arrecadada. Emissoras da França, Alemanha, Grã-Bretanha, Suíça, Índia e Austrália já demonstraram interesse nos desenhos. Estima-se que o primeiro ciclo de vendas resulte em um lucro em torno de 45 milhões de dólares.

Charlie Spencer Chaplin Jr, que nasceu em 1889, é um dos mais prestigiados atores e diretores da era do cinema mudo. Entre suas obras estão O Garoto, Luzes da Cidade, Tempos Modernos e O Grande Ditador.

Comentário: A verdade é que é preciso ter os dois pés atrás com esse projeto. A verdade é que a tendência é uma descaracterização. Se isso ocorrer será um desastre.

A Pixar é conservadora?

Tom Elrod escreveu um post muito interessante em seu blog onde discute o possível conservadorismo nos filmes de animação da Pixar. Não sei se dá para concordar com todos os pontos, mas a verdade é que a Pixar realmente tende a uma linha mais conservadora (uma disposição a preservar os valores da família), o que faz com os filmes se encaixem perfeitamente na linha Disney. Há um melodrama, uma luta de equilibrio também entre riso e lágrimas (como defende John Lasseter, muitas vezes usando o nome de Walt Disney), uma quase obrigação de passar uma moral (e depois os críticos reclamam também da Disney) e um comportamento que pode ser visto como típico do conservador norte-americano.

Mas como bem disse Amid Amidi no blog Cartoon Brew, muito desse conservadorismo pode ser resultado do ponto de vista excessivamente sentimental e nostálgico de vários filmes da Pixar como "Up", "Carros" e os da franquia "Toy Story". Vale uma conferida no blog.

There is something conservative about much of Pixar´s output, but when I say conservative, I mean a small “c” conservative that sees the world along the same lines as Edmund Burke: “A disposition to preserve.” I´m going to call this “social conservatism,” by which I don´t mean the religious or moral conservatism of modern political discourse, but a conservatism that is interested in preserving traditional social features - in particular, the idea of “family” - but which sees such preservation as ultimately futile. The family will dissolve, eventually, and so we must do what we can to keep it going as long as possible. It is a worldview based not on progression but on loss.

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