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Looney Tunes terão novo filme

Looney Tunes terão novo filme

Apesar dos 70 anos de Pernalonga aparentemente passar incógnito, a Warner Bros.está planejando mais do que o retorno dos personagens na televisão. A mais nova é a produção de um novo filme para os cinemas. O site MovieWeb afirma que o roteirista David Berenbaum ("As Crônicas de Spiderwick") está desenvolvendo o projeto.

O novo filme deveráseguir o caminho dos filmes anteriores dos Looney Tunes misturando animação e atores reais (live-action). "Space Jam: O Jogo do Século" (1996) foi iniciamente especulado como a resposta da Warner ao "Uma Cilada para Roger Rabbit" (1988) da Disney. A verdade é que tirando a bela animação (direção de Bruce Smith), o filme é bobo - uma verdadeira Sessão da Tarde, servindo de marketing para os astros do basquete norte-americano.

Em 2003, a Warner lançou "Looney Tunes: De Volta a Ação" com direção de Joe Dante e direção de animação de Eric Goldberg. Apesar de capitaneado por dois amantes dos personagens, o filme é uma confusão só com uma história tão maluca que faz "Space Jam" parece um ótimo filme. Salva-se a trilha de Jerry Goldsmith.

A Warner precisa desenvolver um filme em que os Looney Tunes sejam, de fato, os protagonistas da historia (lição que parece difícil de entender). O estúdio está empolgado com novos projetos - além do filme do Zé Colmeia, a Warner anunciou filme com o rato Ligeirinho e a dupla Tom & Jerry.

Conselheiros preocupados com mudanças na TV Cultura

Conselheiros da Fundação Padre Anchieta estão apreensivos com as mudanças em curso na TV Cultura, emissora parcialmente mantida pelo governo do Estado de São Paulo. A informação é de Daniel Castro no R7.

O último motivo de preocupação envolve o programa Metrópolis. Na semana passada, a Cultura anunciou a contratação do jornalista Cadão Volpato, que a partir de meados de setembro deverá ser seu apresentador e, especula-se, diretor. Helio Goldsztejn, que comandou o Metrópolis durante 18 dos 22 anos de existência da revista cultural, terá novas funções: irá reestruturar o Vitrine.

O projeto de João Sayad (presidente) visa reduzir a TV Cultura a uma simples compradora de programas, realizados por produtoras independentes ou por emissoras estrangeiras. Sua meta é demitir até 1.400 dos 1.925 funcionários, enxugando os custos da emissora dos atuais R$ 230 milhões por ano para R$ 80 milhões. Sayad pretende até vender os estúdios da Cultura. É o planejado, mas não se sabe se será feito, ainda mais com mudanças eleitorais vindo por aí.

Sayad queria também cortar as transmissões das apresentações da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, a Osesp, mas encontrou resistência da elite. Assim escreveu em seu blog Jorge da Cunha Lima, sobre a reunião do conselho na última segunda-feira:

"Eu, representando o comitê de programação [da TV Cultura], fiz ressalvas quanto à idéia de eliminar as gravações e transmissões ao vivo dos concertos da Osesp, a melhor orquestra sinfônica do Brasil, em favor da divulgação de concertos da Filarmônica de Berlim, cujos direitos de transmissão podem ser comprados a dois mil dólares. Da mesma forma, embora elogiando o acerto de transmitir os documentários do É Tudo Verdade, não aceitávamos a eliminação da transmissão dos documentários do Doc TV, o melhor projeto cultural do MinC [Ministério da Cultura]".

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