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DreamWorks aposta em amigos imaginários

DreamWorks aposta em amigos imaginários

É inegável que a DreamWorks Animation é atualmente um estúdio organizado com muitos projetos em diversos estágios de produção. Prova disso é que nem se ouve falar em demissões em massa como há anos atrás.

Nem tudo é perfeito - para cada "Como Treinar o seu Dragão" temos um "Shrek ruim, mas o estúdio está arriscando com ideias interessantes e tem grandes artistas em seu staff.

Um dos novos projetos se chama "Imaginary Enemies" (Inimigos Imaginários) dos roteiristas Joe Syracuse e Lisa Addario baseado em uma ideia originada dentro da Dreamworks. O diretor do último Shrek, Mike Mitchell também está no projeto.

O ponto central do projeto é contar uma história sobre crianças que vivem usando seus amigos imaginários como desculpa para todo tipo de malcriação. Cansados disso, os amigos imaginários resolver dar o troco quando as crianças crescem.

Brincar com o conceito de amigos imaginários não é novidade em Hollywood. Steven Spielberg chegou a desenvolver um projeto semelhante e chegou a ser cotado para a direção do remake de "Harvey" (sobre um coelho imaginário) estrelado por Jimmy Stewart na versão original de 1950.

Vale lembrar que outro filme em desenvolvimento na DreamWorks envolve fantasmas. A animação "Boo-U" deve ser lançada após 2012.

Livro sobre a DreamWorks

O Animagic destacou em 6 de junho o lançamento de um novo livro sobre a tumultuada história da DreamWorks e seus fundadores Steven Spielberg, David Geffen e Jeffrey Katzenberg. O crítico Rubens Ewald Filho conferiu a obra e escreveu uma resenha interessante que merece ser lida. Destaco um trecho:

Antes de tudo é bom deixar claro que, em 490 páginas, o livro é uma decepção. A autora, ex-repórter do Variety (outro que está falindo), demonstra que não teve acesso a nenhum dos três moguls (o termo usado pelos americanos para se referir aos donos de estúdio, que eu traduzi como Chefão, porque da uma ideia aproximada do poder que eles têm).

Assim, o mais interessante deles, até por ser briguento e homossexual, é David Geffen, que o livro garante ser mega-milionário, não chega a coadjuvante, é mero figurante com meia dúzia de intervenções distantes (fiquei com a impressão de que ele havia ameaçado processar). De Steven Spielberg, a toda hora ela lembra os defeitos (exige respeito, gosta de tratar os colegas artistas com deferência, não aprecia conflitos e, principalmente, zela por sua fama e prestígio).

Então, o livro acaba se concentrando mais em Jeffrey Katzenberg, que ficou responsável pela parte de animação do estúdio (o livro repete várias vezes que é baixinho, teimoso, vaidoso, o mais pobre do trio e que errou muito produzindo fracassos como A Estrada Para Eldorado, Spirit e Simbad).

Novo filme do Tom & Jerry em DVD

Para quem está com tempo realmente livre esta dica é boa. A Warner lança esta semana no Brasil um longa de animação feito para DVD chamado "Tom & Jerry encontra Sherlock Holmes". A animação, em nível similar de qualidade do seriado novo exibido no SBT, é uma parceria entre a Warner e a Turner Entertainment - com direção de Spiker Brandt e Jeff Siergey. Confira o trailer.

Exagero em polêmica sobre Donald e Hitler

Já não bastasse a notícia bizarra envolvendo o Pato Donald supostamente bolinando uma visitante no Walt Disney World, agora a bola da vez é uma história em quadrinhos publicada em 2007.  Tudo porque o artista italiano inseriu um personagem ironizando a figura de Hitler. Se a figura Hitler continua um grande tabu na Alemanha, pior ainda para a editora Egmont que precisou justificar.

Segundo a editora, a história em quadrinhos em questão está suspensa para exportação até que sejam feitos retoques necessários. Os brasileiros ficarão de fora da polêmica porque a história não foi publicada aqui. Saiba mais aqui.

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