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Versões bizarras de grandes sucessos chamam atenção da Disney

Versões bizarras de grandes sucessos chamam atenção da Disney

A Folha de S. Paulo deste domingo (confira a matéria inteira aqui) chamou atenção para o lançamento em DVD de diversos filmes nacionais inspirados em sucessos do cinema.

O hit da Vídeo Brinquedo é "Os Carrinhos", lançado em 2006, quando "Carros" ainda estava nos cinemas. O filme de 45 minutos (menos da metade da duração do americano) tornou-se tão popular que vendeu 310 mil cópias, segundo a produtora, e já ganhou duas seqüências --a terceira está a caminho. É vendido até para o exterior, pela Amazon.com, como "The Little Cars".

"'Os Carrinhos' já adquiriu vida própria", explica à Folha Marco Botana, gerente de produto da Vídeo Brinquedo.

"Recebemos vários e-mails de gente querendo saber quando sai o próximo volume. Eles vendem muito quando são lançados. A intenção é montar uma série, fazer temporadas. Montamos aos poucos, vendemos no varejo e, com o lucro, fazemos mais episódios. É nossa forma de financiar a produção, já que não recebemos nenhum tipo de patrocínio nem usamos leis de incentivo." (...)

A pergunta que se impõe sobre as produções da Vídeo Brinquedo é se elas não seriam plágios e, portanto, ilegais.

"Acho que, possivelmente, um juiz decidiria que isso viola os direitos autorais", afirmou à Folha o advogado Ronaldo Lemos, professor da FGV e especialista em tecnologia. Ele alegou conhecer o caso, mas não assistiu às obras brasileiras.

"É uma linha tênue, porque o direito autoral não protege a idéia, mas sua manifestação. Se há uma cópia de personagens e da estrutura, dá para dizer que está havendo violação, sim."

Para [o advogado] Sérgio Branco Júnior, há ainda uma infração ao Código de Defesa do Consumidor. "Tenho 33 anos, vou ao cinema sempre, não me confundiria vendo esses filmes nas lojas. Mas uma avó que vá comprar para o neto pode se confundir. É possível pensar que a apresentação do produto leve alguns a comprar uma coisa por outra.".

A Disney não fez declarações mas, segundo o jornal apurou, a empresa está consultando advogados sobre o caso.

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