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Incêndio na Universal Studios ainda levanta dúvidas

Incêndio na Universal Studios ainda levanta dúvidas

Como noticiado pela imprensa, parte do tradicional backlot dos estúdios Universal em Hollywood ardeu em chamas no último dia 1º de junho (assista ao vídeo do incêndio). O incêndio começou as 4 da manhã (horário local), destruindo a New York Street (rua com cenários de Nova York), parte dos cenários do filme "De Volta para o Futuro" e a atração inspirada em "King Kong" (assista vídeo aqui).

O animatrônico do King Kong foi criado por Bob Gurr, ex-imagineer da Disney que trabalhou em diversos projetos como o monorail. Já neste link é possível ver diversas fotos do local incendiado, incluindo a praça com o edifício onde ficava a torre do relógio de "De Volta para o Futuro".

Muito próximo estava um edifício que abrigava um arquivo com cópias em películas e vídeos de diversos filmes e seriados de tevê. Além disso, especula-se que foram queimados diversas gravações clássicas de áudio com Bing Crosby e Judy Garland, por exemplo. Segundo o presidente e CEO da Universal Studios, Ron Meyer, nada insubstituível foi perdido e que existem cópias do material perdido em outros locais. A verdade é que uma verdadeira sindicância interna foi montada pela prefeitura local e na própria Universal Studios para avaliar o acidente.

Segundo a agência France Press o poderoso incêndio que queimou uma parte do Universal Studios foi provocado acidentalmente por operários que fizeram consertos no set de filmagem da cidade de Nova York fictícia, concluíram os investigadores nesta segunda-feira.

"Isso foi um acidente, não foi algo intencional, não se trata de um incêndio criminoso", explicou em uma entrevista coletiva Zev Yaroslavsky, chefe do conselho do condado de Los Angeles.

O porta-voz da cidade, autoridades policiais e bombeiros disseram que o incêndio foi causado pelas ferramentas quentes deixadas no local por um grupo de operários que consertava uma das ruas de Nova York, cenário das séries "Seinfeld" e "NYPD Blue".

Já em seu blog, a jornalista Ana Maria Bahiana comentou o episódio:

Não adianta muito Ron Meyer jurar de pé junto que tudo no lot da Universal tinha cópia - a verdade é que os programadores de cinema de repertório (uma instituição que floresce nos EUA, ainda, em plena era do multiplex...) estão todos recebendo emails urgentes informando que “todos os envios de cópias previamente encomendadas estão suspensos” porque “o incêndio destruiu praticamente 100%  das cópias arquivadas aqui no lot”. Uma retrospectiva de John Carpenter, programada para este final de semana, teve que se ser suspensa - Prince of Darkness , de 1987, queimou no fogo do inferno no lot.

A esperança é que estas sejam apenas cópias, e que os masters estejam em algum lugar seguro. Mas não prendo a respiração _ antes do AFI e, principalmente, dos esforços obsessivos de diretores-fãs como Martin Scorsese os estúdios consideravam filmes como bens perecíveis, que, uma vez explorados ao máximo no mercado, mereciam apenas temporárias prateleiras. Será que a catástrofe da Universal vai mostrar o quanto essa mentalidade mudou... ou não?

Na área da animação vale se preocupar com o acervo de clássicos da animação nas mãos da Universal. Além de seu próprio acervo (como os desenhos do Pica-pau e sua turma do Walter Lantz), o estúdio possui os originais de todas as produções (incluindo as animadas) da Paramount pré-1950.

Disney quer dobrar presença no Brasil

Em matéria na revista Istoé Dinheiro, o presidente da Disney no Brasil explica os próximos passos da empresa.

O Brasil hoje responde por 2% do faturamento mundial de US$ 35 bilhões e figura em segundo lugar entre as operações mais importantes da América Latina, perdendo apenas para o México, que ostenta 3%. “É que temos uma alta carga tributária”, lamenta Marcos Rosset, presidente da Disney Brasil. Nem por isso os planos da empresa são tímidos.

A filial brasileira pretende dobrar de tamanho em quatro anos, apostando no aumento do poder aquisitivo das classes C e D e em atrações que conquistem toda a família e não apenas o público infantil. “Nos últimos cinco anos, já registramos esse índice de crescimento”, diz Rosset. Trata-se de uma taxa bem superior à do crescimento mundial, que gira entre 5% e 10% ao ano, mas a base também é muito menor. (...)

Um dos principais lançamentos será o canal infantil para crianças entre dois e cinco anos. O antigo programa PlayHouse vai virar canal por assinatura, segmento que é uma das apostas de Rosset para crescer. “Os canais de TV fechado ainda apresentam pouca penetração e, por isso, muito espaço para crescer”, revela ele. A Disney tem ainda os canais Jetix, na linha infantil de quatro a 11 anos, e ESPN, esportivo.

Por enquanto, o Brasil detém cerca de seis mil itens diferentes licenciados por 130 companhias. Com quase 1,4 mil itens de papelaria, o País está entre os cinco maiores consumidores desse segmento.

"Madagascar 2" - elenco confirmado

E a DreamWorks já revelou os papéis dos novos dubladores de "Madagascar 2: A Grande Escapada". Bernie Mac será Zuba, pai de Alex e líder do reino. Alec Baldwin será Makunga, um rival de Alex. Sherri Shepherd será a mãe de Alex, e Will.i.am do grupo "The Black Eyed Peas" será Moto Moto, um conquistador fracassado.

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