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"Madagascar 2" estréia hoje nos cinemas brasileiros

"Madagascar 2" estréia hoje nos cinemas brasileiros

Hoje estréia "Madagascar 2" nos cinemas brasileiros e a crítica parece aprovar a nova animação da DreamWorks/PDI. O Animagic preparou um especial em duas partes com informações sobre os bastidores da produção.

O colunista da Folha de S. Paulo, Marcelo Coelho fez comentários interessantes sobre o filme em seu blog e recomendo a leitura. Reproduzo abaixo um trecho:

"Madagascar 2" é tão bom quanto o primeiro desenho animado da série (imagino que logo venha a continuação). Em filmes normais, isso não é a regra: costuma-se repetir os títulos de sucesso em seqüelas mais baratas e apressadas, contando com o público cativo.

Talvez nos desenhos animados a máquina produtiva seja tão azeitada, as fórmulas para agradar tão quimicamente perfeitas, que seja menor o risco de uma piora no segundo filme. Seja como for, tanto no cinema quanto no desenho animado, o que mais se faz é uma troca, uma espécie de combinatória, entre uma série de ingredientes já conhecidos.

"Madagascar 2" repete não apenas as simpáticas personalidades do leão, da zebra, do hipopótamo e da girafa do desenho anterior, como combina-as ao drama de "Rei Leão", imaginando por exemplo uma nova versão de Scar, o vilão daquele sucesso da Disney. É como uma grande cozinha (ou melhor, uma grande ratatouille) em que os mesmos ingredientes são reaproveitados e reinventados. Nada a opor: afinal, os mitos e contos de fadas também são feitos nessa base, a da bricolagem, como dizia Lévi-Strauss.

(...)

No começo, pensei que "Madagascar 2" seria a insuportável repetição desse drama: o leãozinho é raptado, o pai leão se desespera, terá de procurá-lo. Por sorte, essa odisséia ao inverso não toma muito tempo do filme. Mas, qualquer que seja a produção hollywoodiana, sempre esbarramos com ela.

Acho que atinei com a razão principal de tanta insistência. Não é tão mítica quanto eu pensava, nem se baseia simplesmente na idéia, frequentemente repetida, de que a figura paterna anda em falta nestes tempos de permissividade e "falta de limites".

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