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Viacom usou personagens para pressionar Time-Warner

Viacom usou personagens para pressionar Time-Warner

Não vi nenhum destaque por aqui mas dia 31 de dezembro ocorreu mais uma disputa entre as gigantes do entretenimento. Usando personagens de desenhos animados, a Viacom tentava pressionar, através do público, a rival a renegociar um acordo sobre canais por assinatura.

Em anúncios em grandes veículos como o The New York Times e o TV Guide podia-se ver o Bob Esponja ou a Dora chorando com as frases "Por que Dora está chorando?" ou "Por que o Bob Esponja está chorando?" A resposta no mesmo anúncio era "Hoje a noite você irá perder a Nickelodeon e mais 18 canais da sua TV" e pedia para que os assinantes telefonassem para a empresa de TV a cabo para reclamar.

A briga toda foi porque a Viacom pedia um aumento de 12% da Time-Warner (dona da distribuidora de TV a cabo) para carregar seus canais. Esse percentual equivaleria a US$ 39 milhões extras acima dos US$ 300 milhões estimados que a Viacom recebe anualmente - ou cerca de US$ 2,76 por assinatura individual. A Time-Warner, sentido-se lesada, não quis saber e a briga foi até o último momento quando os canais sairiam do ar a meia-noite do dia 31 de dezembro.

Os canais que seriam afetados seriam Comedy Central, Logo, Palladia, MTV, MTV 2, MTV Hits, MTV Jams, MTV Tr3s, Nickelodeon, Noggin, Nick 2, Nicktoons, Spike, The N, TV Land, VH1, VH1 Classic, VH1 Soul and CMT: Pure Country.

A boa nova é que um acordo foi fechado entre as duas gigantes mas os termos e cifras não foram revelados. Com isso 15,5 milhões de assinantes podem continuar vendo Dora, Bob Esponja e os demais canais da Viacom.

Bob Iger - o presidente da Disney que é fascinado por tecnologia

Para quem deseja conhecer a trajetória curiosa do atual presidente da Disney, Bob Iger, recomendo a leitura desta matéria (em inglês) da revista Fortune. Explica não só os desafios da carreira (já foi até homem do tempo em telejornal), incluindo suceder Michael Eisner, mas os próximos passos da Disney, a mudança do estilo de microgerenciamento (de Eisner) que assolou a empresa na última década, e a prioridade feita por ele para salvar o estúdio de animação.

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