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"Monstros Vs Alienígenas" - uma revolução?

"Monstros Vs Alienígenas" - uma revolução?

Que Jeffrey Katzenberg sabe se empolgar e exagerar em suas profecias cinematográficas, isso qualquer fã com alguns anos acompanhando animação com certeza sabe. Mas o investimento na mania 3-D pela DreamWorks parece ser um passo positivo para destacar as animações do estúdio, em geral bem recebidas mas com menos apoio da crítica. O site Omelete teve chance de assistir uma prévia com algumas cenas da animação e comenta a tal revolução do Katzenberg. Confira trechos abaixo:

A sessão começou com um discurso de Jeffrey Katzenberg, executivo-chefe do estúdio, lido pelo diretor geral da Paramount Brasil, Cesar Silva. O texto exaltou a nova tecnologia, comparou-a à transição do cinema mudo ao falado e evidenciou as diferenças entre Monstros vs. Alienígenas e os demais filmes em 3D existentes no mercado.

Confesso que enquanto ouvia a argumentação do co-criador da Dreamworks fiquei pensando que o teor era um tanto exagerado demais... mas isso foi só até o início da projeção. Tecnicamente, não vi grande diferença entre as tecnologias existentes, como a Disney Digital 3-D, e a novidade. Ambas funcionam muito bem. Mas um elemento - e aqui uso a expressão de maneira figurativa - me "saltou aos olhos": A atenção da empresa ao uso da técnica como apoio narrativo e não como mero elemento decorativo.

Em seu discurso, Katzenberg evidenciou que Monstros vs. Alienígenas é um filme pensado desde o primeiro rascunho de roteiro para a exibição em 3D estereoscópico, algo que o diferencia dos demais já que a grande maioria recebe o tratamento de profundidade apenas na pós-produção. Ao pensar as possibilidades 3D desde o início, produtores, diretores e roteiristas podem planejar cenas que aproveitem ao máximo tal profundidade. O próprio Katzenberg explica:

"Desde que D.W. Griffith começou a movimentar a câmera, a tomada panorâmica tem sido uma ferramenta para os produtores acompanharem a imagem através da tela - de forma mais notável em um filme como Lawrence da Arábia, para sugerir a vastidão do deserto - ou em Guerra nas Estrelas, para nos levar de um céu cheio de estrelas até as batalhas entre as naves espaciais.

Agora, pela primeira vez, os produtores podem usar uma tomada panorâmica para acompanhar a imagem para dentro da tela. Isto é mais do que apenas um novo movimento da câmera porque pode também ser um importante artifício para a narrativa da história. Em um momento muito intenso, a câmera pode trazer o público para mais perto. Em um momento de isolamento humano, a câmera pode rapidamente se afastar. É isso que o “D” de “3D” significa – dimensionalidade. Não somente a dimensionalidade visual , mas também a dimensionalidade emocional".

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