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Tintin: uma nova forma de fazer cinema?

Tintin: uma nova forma de fazer cinema?

Confesso que estou ansioso sobre o projeto envolvendo Peter Jackson ("O Senhor dos Anéis"), Steven Spielberg e a adaptação das aventuras de Tintin para as telas de cinema em forma de trilogia. A jornalista Ana Maria Bahiana chama atenção para o que tenho achado interessante nessa produção, que é colaboração contínua entre Jackson e Spielberg.

Interessante: no meio dessa controvérsia sobre estrelas e suas possívelmente diminuídas funções na atual era hollywoodiana, Steven Spielberg encerrou esta semana, quietinho, a parte de "filmagem" de "Tintin e o Segredo do Unicórnio", o primeiro dos três filmes baseados nos personagens de Hergé que ele e Peter Jackson estão pilotando. Muitas coisas chamam a atenção no projeto: o nível de qualidade e detalhe da motion capture é, garantem todos os envolvidos, acima de tudo o que já se viu até agora.

Marvin Levy, desde sempre o porta voz de Spielberg, disse  à Variety que "é impossível de explicar sem ver" o resultado da nova tecnologia desenvolvida pela Weta, a empresa de efeitos de Peter Jackson. É uma outra forma de usar o trabalho dos atores, avançando a cada novo projeto, do Expresso Polar a Senhor dos Anéis a Casa Monstro a King Kong a Beowulf.

Interessante também o nível de colaboração entre Spielberg e Jackson. Embora oficialmente Spielberg seja o diretor do primeiro e Jackson, do segundo filme, os dois estão, na verdade , colaborando em pé de igualdade na criação de ambos, trocando idéias sobre roteiro, elenco e efetivamente, fazendo os filmes juntos: todo o material que Spielberg captou em Los Angeles foi enviado à Weta na Nova Zelândia para a segunda fase da realização, sob a supervisão de Jackson.

Estou bem curiosa não apenas quanto ao resultado final - que pode mesmo marcar mais uma etapa na evolução das formas de fazer cinema-  mas também quanto à receptividade ao filme. Tintin é um personagem tão europeu, tão cult fora da Europa, tão pouco conhecido nos países de língua inglesa. O próprio Spielberg só tomou conhecimento da série em 1983, quando jornalistas europeus compararam seu Indiana Jones ao herói criado por Hergé.

Com seu topetinho, seu sobretudo, sua perpétua assexualidade entre infância e adolescência, Tintin é o modelo do esforço de criar novos modelos positivos de herói infanto-juvenil na Europa do pós-guerra, em completa reconstrução, física e moral. Como isso se traduz para a garotada do século 21, com sensibilidades índigo de video game? (A comparar: Tintin e o Velo de Ouro, co-produção franco-belga de 1961, em live action).

Temos tempo: "Tintin e o Segredo do Unicórnio" estreará apenas em 2011.

Biografia de Walt Disney no Brasil

Segundo a coluna de Mônica Bérgamo na Folha de S. Paulo, a editora Novo Século comprou os direitos da biografia de Walt Disney, escrita pelo jornalista americano Neal Gabler, que será publicada em abril. A biografia não é perfeita, mas é bem melhor do que o terrível livro de Marc Eliot lançado por aqui na década passada.

"O Aprendiz de Feiticeiro" já tem data de estréia

A fantasia protagonizada por Nicolas Cage chegará aos cinemas norte-americanos em 16 de julho de 2010. Segundo o /Film, o longa vai estrear no mesmo dia da ficção-científica Inception, de Christopher Nolan.

Curiosidade em "A Família do Futuro"

Essa é uma dica do amigo David Santos: Estava revendo "A Família do Futuro" hoje e me deparei com uma descoberta curiosa! Na cena em que o Wilbur adulto aprisiona Dory por mau comportamento, ela é levada para um depósito de inventos cancelados. E o que notei? Nas capsulas estão quatro personagens de filmes Disney cancelados: três bonecos de "My Peoples" e a elefanta de "Wild Life". Veja fotos aqui.

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